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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Doze ônibus são atacados em Fortaleza e Região Metropolitana

O Sindiônibus confirmou que pelo menos 10 ônibus foram atacados nesta quarta-feira (19) em diferentes bairros de Fortaleza e Região Metropolitana da capital. Devido aos ataques, três terminais de ônibus suspenderam as atividades. 

Usuários do transporte público relataram que as conduções passaram por diversos bairros em direção às garagens das empresas, sem parar nos pontos de ônibus. Um carro da Enel também foi incendiado no Bairro Cidade dos Funcionários. 

Dentre as ocorrências, foram registrados incêndios nos bairros Edson Queiroz, Barra do Ceará e Barroso, na capital, e nos municípios de Eusébio e Horizonte. O Sindiônibus ainda não informou as linhas que foram afetadas pelos ataques. 

Conforme o tenente-coronel Lima, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), criminosos pararam um ônibus na Barra do Ceará e mandaram os ocupantes descerem. Logo em seguida, eles queimaram o veículo e fugiram. A polícia realiza buscas para tentar identificar e prender os suspeitos. 

Já a professora Lídia Bandeira contou ao G1 que estava em casa no Bairro Edson Queiroz com uma amiga quando ouviu um barulho alto, achou que fosse uma batida, mas quando chegou à frente da casa avistou um ônibus em chamas.

Temer promete cargos a deputados em troca da aprovação da reforma da previdência

Para aprovar a reforma da previdência, o presidente Michel Temer joga todas as cartas. Nessa terça-feira ele determinou a auxiliares agilizem as nomeações de cargos no governo para cerca de 40 deputados da base aliada. Em troca ele espera os votos favoráveis à reforma da Previdência. 

Um levantamento feito por líderes e articuladores políticos do Planalto identificaram que esses parlamentares, que se posicionam contra o projeto, haviam feito indicações para órgãos do governo e ainda não tinham sido atendidos. 

Auxiliares de Temer avaliam haver necessidade de dar mais atenção ao chamado “baixo clero”, grupo de deputados de menor expressão, já que as cúpulas dos partidos já foram contempladas. 

Além disso, o governo age em outras frentes para atrair votos favoráveis em plenário: tem cobrado empenho de ministros em suas bancadas, ameaçou cortar cargos de “traidores” e condicionou ao apoio no Congresso a liberação de mais emendas para parlamentares abastecerem suas bases eleitorais. 

Como se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição, o governo precisa de um mínimo de 308 votos para aprovar a reforma da Previdência, embora tenha como meta chegar a 340.